quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

FETICHE SE SER AMARRADA NA HORA DA TRANSA!


Sexo é bom. Mas, quando descobrimos um jeito especial de fazê-lo com quem a gente ama, a coisa pode ficar incrível!

O nome dessa brincadeira é bondage
Ter os braços ou as pernas amarrados, usar venda, mordaça ou outra coisa que limite movimentos ou sentidos durante o sexo: tudo isso é o que chamam de bondage. E eu curto esse fetiche!

Dou liberdade para o meu parceiro me prender como quiser. Às vezes, o Alessandro venda meus olhos e põe um som bem alto, a ponto de eu não conseguir ouvi-lo. Eu fico sem saber o que ele está aprontando e penso: ''Será que o toque que senti foi da mão dele ou é um brinquedinho que ele arrumou?''.

Falamos abertamente sobre o que gostamos na cama. Eu sou passiva: gosto de servi-lo, de realizar os desejos dele... É o Alessandro quem traz as novidades. Sei que ele nunca fará nada de que eu não goste. Então, aceito feliz!

A amarração acontece naturalmente. Podemos estar nos beijando na sala, namorando tranquilamente... Quando dá vontade de ir mais fundo, ele diz ''Espere aí'' e sai. Eu espero. Adoro imaginar o que ele vai fazer comigo...

Gosto quando ele fecha meus olhos e fico sem saber o que está fazendo! Posso esperar uma hora vendada até ele voltar! Isso me excita, e não sinto medo. Nós nos amamos muito. Ele nunca faria algo que não fosse para o meu bem. Pra ficar disponível assim, só com muita confiança e amor!

Se não tiver corda, serve cinto, mesmo

Para as brincadeiras, não é preciso ter nada elaborado. Nós usamos cordas dessas que se vendem em casas de ferragens. Se não tiver corda, os braços podem ser amarrados com um cinto. Ou o Alessandro tampa a minha boca com uma camisa, por exemplo.

Mas dá pra ser imobilizada sem nenhum apetrecho. A brincadeira pode entrar no sexo convencional mesmo. Se o cara pegar você de jeito, um puxão no cabelo ou uma segurada firme nos braços já servem para saber se você gosta de ficar submissa. Na verdade, tudo começa com palavras. Se ele der uma ordem e você gostar de obedecer, está experimentando um pouco de bondage.

Meu prazer não está na dor, mas na superação. Quando uso a máscara que não me deixa falar e respirar direito, preciso ter forças pra controlar a ansiedade. Se eu ficar nervosa, não aproveito!

A relação que tenho com a minha sexualidade está presente em toda a minha vida. Estou terminando a faculdade de Design de Produto e, para o trabalho final, desenvolvi um massageador para a região íntima. Ou seja: consegui aliar o meu interesse pelo sexo criativo com um trabalho acadêmico.

Falamos sobre sexo sem nenhuma amarra

Nossos trabalhos nos dão liberdade para falar sobre sexo com os outros numa boa. Se estou com uma marca no braço e me perguntam o que é, não invento desculpas: digo que fiquei três horas amarrada na cama e pronto!

O que fazemos é bom para os dois, pois acontece com respeito e muito amor. Pra que ter vergonha? Descobrimos o que nos dá prazer e vamos fundo! Tudo sempre depende da ligação que você tem com o seu parceiro e de quanto vocês se conhecem. Estamos felizes há mais de dois anos e experimentamos juntos as várias possibilidades do nosso prazer.
Fonte:mdemulher.abril.com.br

0 comentários:

Postar um comentário