Seguindo os mesmos princípios da pílula anticoncepcional, o anel vaginal é indicado para mulheres que não gostam de ter a obrigatoriedade de lembrar, todos os dias, de tomar a pílula, e também, para aquelas que se identificam mais com esse método do que com os outros disponíveis no mercado.
Ele é simples e prático de ser usado. O anel possui 5 cm e é muito flexível, se adaptando confortavelmente as curvas da vagina de cada mulher. Para introduzir, basta dobrar o anel (que tem em seu material o silicone) e inserir no fundo da vaginal no primeiro dia da menstruação e mantê-lo por 3 semanas. Após essas semanas, retirar o anel e fazer uma pausa de uma semana, na qual irá menstruar (a proteção contraceptiva estará mantida). Passados 7 dias da menstruação, introduza um novo anel e comece o ciclo novamente.
“Por ser um método de fácil aplicação com menor risco de esquecimento e pouco efeito colateral, o número de adesões está aumentando. Muitas pacientes, depois de experimentar o anel vaginal, dificilmente mudam de contraceptivo. Esse método garante uma melhora no ciclo menstrual além de outros benefícios”, explica o ginecologista Dr. Seuzo Sohara.
Os índices de falha são parecidos com os de outros métodos contraceptivos, e a chance de gravidez é de 6 em 1000 mulheres por ano.
“Ele age como qualquer outro método. Quando inserido na vagina, os hormônios presentes no anel são absorvidos pela mucosa da parede vaginal, entrando em contato com a corrente sanguínea inibindo a produção do FSH e LH. O anel também aumenta o muco dessa região, dificultando a entrada do espermatozoide”, esclarece o ginecologista.
É importante ressaltar que esse método não previne a mulher de infecções por micro-organismos ou doenças sexualmente transmissíveis (DSTs). Antes de fazer o uso de qualquer método contraceptivo, peça a orientação do seu ginecologista.
Fonte:bolsademulher.com.br






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