quinta-feira, 30 de agosto de 2012

LUBRIFICANTES - Livres do preconceito, eles prometem melhorar a vida sexual dos casais.


Até pouquíssimo tempo associado à prática do sexo anal, os lubrificantes conseguiram se livrar do preconceito e, aos poucos, introduziram-se na rotina

sexual dos casais. Você não precisa estar disposta a testar as posições do Kama Sutra para fazer uso de um lubrificante. Geralmente à base de água, o produto é um ótimo recurso para melhorar o ato sexual. E não pense que você é a única que agradece. Os homens também percebem a diferença, e aprovam.

A história do lubrificante

Inventado em 1916, o KY foi o primeiro lubrificante a ser comercializado no mundo. Apesar da precocidade, nessa época sua utilidade era bem diferente da atual. Seu uso era restrito à área médica, a fim de facilitar consultas ginecológicas e alguns procedimentos laboratoriais, como é feito ainda hoje.
Os brasileiros, porém, não tiveram a mesma sorte. Apesar de ter sido lançado há 90 anos, foi só em 1990 que o produto chegou ao Brasil. Isso significa que a geração de mulheres que hoje está na casa dos 40 e entrando na menopausa não teve contato com os lubrificantes durante a iniciação sexual. Talvez muitas delas nunca sequer tenham feito uso do produto e estejam sofrendo com a diminuição de lubrificação típica desta fase da vida.
A realidade, felizmente, mudou bastante na última década. Ginecologistas e terapeutas sexuais não apenas prescrevem como incentivam o uso de lubrificantes na relação. A sexóloga Glene Faria comenta: "Prescrevo lubrificantes em qualquer idade, tanto para as que estão iniciando a vida sexual, quanto para as de idade mais avançada. É muito bem-vindo na relação, acho que deveria fazer parte dá nécessaire de qualquer mulher, juntamente com o preservativo".
“Eles acham que se a mulher não fica molhada é sinal de que não o ama”
Apesar da indicação médica, as mulheres ainda enfrentam resistência na hora de levar o produto para a cama. O culpado, acredite ou não, são seus parceiros. "Alguns homens têm preconceito quanto ao uso do lubrificante. Isso demonstra um problema que eles têm em relação à própria sexualidade. Eles acham que se a mulher não fica molhada, é sinal de que não o ama", lamenta Dra. Glene.
Saindo da vertente básica, é possível encontrar lubrificantes com funções que vão muito além de facilitar a penetração. Os comestíveis apresentam sabores e aromas como morango, chocolate, abacaxi, cereja ou menta - tem para todos os gostos!
Fonte:bolsademulher.com
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